sábado, 5 de março de 2016

Generais determinaram prontidão SIM. Qual o problema nisso?

Generais determinaram prontidão SIM. Qual o problema nisso?
Recebemos uma tonelada de emails e comentários de gente que se diz “democrática” reclamando de que alguns quartéis do Rio e São Paulo mantiveram nessa sexta-feira um estado de prontidão e que isso podia ser alguma tentativa de intimidação.
Sim, é verdade, isso não é segredo, militares permaneceram de sobreaviso, alguns em casa e outros em organizações militares. E acrescentamos ainda que GENERAIS avisaram alguns governadores e outras autoridades de que estariam prontos para entrar em ação se ocorresse grandes tumultos e as forças de segurança locais não conseguissem restaurar a ordem.
A própria Revista Sociedade Militar deixou bem claro que as Forças Armadas entrariam em ação se fosse necessário. Outros veículos, como o Globo e Antagonista também mencionaram o estado de sobreaviso.
O Estatuto dos MILITARES diz: “Art. 2º As Forças Armadas, essenciais à execução da política de segurança nacional, são constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, e destinam-se a defender a Pátria e a garantir os poderes constituídos, a lei e a ordem.
Há algo de errado nisso? Ha algo de errado em estar pronto para agir?
RE-PE-TI-MOS: A finalidade constitucional dos militares das Forças Armadas é a garantia dos poderes constituídos e da lei e ordem. Portanto, é muito provável que no próximo dia 13 também exista uma tropa de sobreaviso, e isso não significa que alguma autoridade acha que vai ocorrer tumultos, significa apenas que as Forças Armadas se antecipam à situação.
Deveriam reclamar do fato dos líderes de esquerda cobrar uma “reação nas ruas”. Deveriam reclamar da militância paga agredir profissionais de imprensa e quebrar seus equipamentos. Deveriam reclamar de seus líderes que se apropriam do bem público e o usam em proveito próprio e da sua eternização no poder.
Alguém perguntou: _ e se houver tumultos incontroláveis e Dilma proibir os comandantes de agir? Respondemos: Isso dificilmente ocorreria. Mas, se assim for, a Presidente provavelmente será ignorada, pois a finalidade constitucional está acima de qualquer político.
Revista Sociedade Militar

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