quarta-feira, 23 de julho de 2014
Pastor Silas Malafaia ,Defende o voto Contra o PT.
segunda-feira, 21 de julho de 2014
MARCELO CRIVELLA 10. UNICO CANDIDATO FICHA LIMPA DO RIO DE JANEIRO.
Marcelo Crivella 10

Marcelo Crivella é pré-candidato ao Governo do Rio de Janeiropelo PRB (Partido Republicano Brasileiro).
O ex-ministro da Pesca e Aquicultura detém uma boa parcela do eleitorado evangélico e já pode ser visto em primeiro lugar naspesquisas iniciais de intenção de voto.
Nascido na capital do Rio de Janeiro, Marcelo Bezerra Crivella é engenheiro civil, evangélico e Bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, além de manter trabalhos paralelos como compositor, cantor e escritor. Tem como principal aliado o Bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus e proprietário da Rede Record, um grande influenciador do eleitorado evangélico do Brasil.
Como Senador, presidiu a CPI Mista da Emigração Ilegal, em defesa dos imigrantes ilegais nos Estados Unidos, conseguindo a repratiação de vários brasileiros retidos em prisões americanas. Participou também da execução do Projeto Nordeste, que tinha como objetivo tornar produtivas terras abandonadas pelo governo, beneficiando à população da região.
Cargo Exercidos
- Em 2002 foi eleito Senador pelo Estado do Rio de Janeiro pelo PL.
- Em 2010 foi reeleito Senador pelo Estado do Rio de Janeiro mas deste vez pelo PRB.
Dados de Marcelo Crivella
Nome: Marcelo Bezerra Crivella
Idade: 56 anos (09/10/1957)
Naturalidade: Rio De Janeiro
Estado Civil: Casado(a)
Ocupação: Senador
Escolaridade: Superior completo
Idade: 56 anos (09/10/1957)
Naturalidade: Rio De Janeiro
Estado Civil: Casado(a)
Ocupação: Senador
Escolaridade: Superior completo
Candidato a Governador Marcelo Crivella 10
Número: 10
Nome para urna: Marcelo Crivella
Cargo a que concorre: Governador
Estado: Rio de Janeiro
Partido: Partido Republicano Brasileiro
Coligação: PRB
Vice Governador: General Abreu
Nome para urna: Marcelo Crivella
Cargo a que concorre: Governador
Estado: Rio de Janeiro
Partido: Partido Republicano Brasileiro
Coligação: PRB
Vice Governador: General Abreu
Outros Candidatos a Governador no RJ
Procuradoria do Rio pede cassação do registro de candidatura de Garotinho.
- Atualizada às
Procuradoria do Rio pede cassação do registro de candidatura de Garotinho
A quantidade de eventos realizados pelo candidato, os SMS enviados e as páginas virtuais demandam um gasto expressivo de dinheiro que vieram de doações não comprovadas, o que caracteriza abuso de poder econômico, segundo o procurador
O DIA
Rio - A Procuradoria Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (PRE-RJ) propôs ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) uma ação de investigação judicial eleitoral (AIJE) contra o candidato a governador Anthony Garotinho por abuso de poder econômico. No documento, a PRE requer a inelegibilidade do político por oito anos e a cassação do registro de candidatura ou da eventual diplomação do candidato ao governo do Estado.
No primeiro semestre deste ano, Garotinho realizou diversos eventos, distribuiu brindes, enviou mensagens por celular com conteúdo político a cidadãos e utilizou páginas virtuais para promoção pessoal e sorteio de prêmios, num período em que a propaganda eleitoral é vedada (antes de 5 de julho).
Nos primeiros meses de 2014, Garotinho realizou o evento “Caravanas da Paz” em diversos bairros da capital e municípios do estado, com a contratação de artistas e distribuição de camisetas, livros e calendários com fotos suas. Esse tipo de evento, denominado “showmício”, é proibido pela lei (9504/97) em qualquer época do processo eleitoral, assim como a distribuição de brindes.
No período que antecede a propaganda eleitoral, o candidato também utilizou páginas virtuais para divulgação do seu nome ao cargo de governador para anunciar as realizações das “Caravanas da Paz” e realizar sorteio de prêmios, como smartphones. Na mesma época, houve denúncias de cidadãos que receberam mensagens de celular com saudações de Garotinho ou frases de conteúdo eleitoral, como “São Gonçalo vai melhorar. Encontro Garotinho governador, o melhor para São Gonçalo”, fornecendo local e horário do evento.
“A quantidade de eventos realizados pelo candidato, os SMS enviados e as páginas virtuais demandam um gasto expressivo de dinheiro que vieram de doações não comprovadas, o que caracteriza abuso de poder econômico”, explicou o procurador regional eleitoral Paulo Roberto Bérenger.
A Justiça Eleitoral julgará a inelegibilidade do candidato, que poderá recorrer. Enquanto aguarda o julgamento, Garotinho pode continuar normalmente sua campanha e seu nome será mantido na urna eletrônica.
No primeiro semestre deste ano, Garotinho realizou diversos eventos, distribuiu brindes, enviou mensagens por celular com conteúdo político a cidadãos e utilizou páginas virtuais para promoção pessoal e sorteio de prêmios, num período em que a propaganda eleitoral é vedada (antes de 5 de julho).
Nos primeiros meses de 2014, Garotinho realizou o evento “Caravanas da Paz” em diversos bairros da capital e municípios do estado, com a contratação de artistas e distribuição de camisetas, livros e calendários com fotos suas. Esse tipo de evento, denominado “showmício”, é proibido pela lei (9504/97) em qualquer época do processo eleitoral, assim como a distribuição de brindes.
No período que antecede a propaganda eleitoral, o candidato também utilizou páginas virtuais para divulgação do seu nome ao cargo de governador para anunciar as realizações das “Caravanas da Paz” e realizar sorteio de prêmios, como smartphones. Na mesma época, houve denúncias de cidadãos que receberam mensagens de celular com saudações de Garotinho ou frases de conteúdo eleitoral, como “São Gonçalo vai melhorar. Encontro Garotinho governador, o melhor para São Gonçalo”, fornecendo local e horário do evento.
“A quantidade de eventos realizados pelo candidato, os SMS enviados e as páginas virtuais demandam um gasto expressivo de dinheiro que vieram de doações não comprovadas, o que caracteriza abuso de poder econômico”, explicou o procurador regional eleitoral Paulo Roberto Bérenger.
A Justiça Eleitoral julgará a inelegibilidade do candidato, que poderá recorrer. Enquanto aguarda o julgamento, Garotinho pode continuar normalmente sua campanha e seu nome será mantido na urna eletrônica.
TRE julga esta semana caso Cesar Maia.
Ex-prefeito teve candidatura impugnada pela Justiça Eleitoral por improbidade
PAULO CAPPELLI

Maia foi condenado por usar recursos do município para construir a Igreja de São Jorge, em Santa Cruz
Foto: André Luiz Mello / Agência O Dia
Rio - O futuro da candidatura ao Senado de Cesar Maia, do DEM, deverá ser definido esta semana. Por recomendação do Ministério Público, o ex-prefeito do Rio teve sua candidatura impugnada. Mesmo não constando na ata de sessões do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio, disponibilizada no site da corte, assessores da Justiça Eleitoral informaram que o processo de Maia entrará provavelmente na pauta de votações nos próximos dias.
Maia se defenderá das acusações da 21ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio que, em maio, condenou o ex-prefeito por improbidade administrativa. Em seu último governo à frente da prefeitura carioca, foram utilizados recursos do município para construir a Igreja de São Jorge, em Santa Cruz, em 2005. Como foi condenado em segunda instância, por órgão colegiado, o cacique do DEM pode ficar impedido de concorrer nestas eleições, com base na Lei da Ficha Limpa.
Em sua defesa, o candidato ao Senado afirma que não houve enriquecimento ilícito com o empreendimento, e que recorrerá para não arcar com multa de R$ 149.432,40. Isso porque o político e os diretores da RioUrbe à época são acusados de violar o artigo da Constituição Federal que estabelece que o Estado é laico. Desta forma, fica vedado o uso de verba pública para a construção de igrejas.Professor de Direito Constitucional da UFRJ, Ricardo Tonassi acredita que a punição ao ex-prefeito é severa. “Várias vezes já foi utilizado dinheiro público para manutenção e reforma de igrejas com relevância histórica e cultural. Inclusive com gastos elevados. A religião católica é a que mais se beneficia disso, até mesmo com a Lei Rouanet. Não me lembro, no entanto, de uma igreja ter sido construída do zero”, disse.
Para Cesar Maia, trata-se apenas “de uma capelinha cujo santo em questão é devotado por muitas pessoas da região”. Assim, o vereador sustenta que houve interesse público com a edificação. O TRE-RJ tem até 5 de agosto para julgar todos os 49 pedidos de impugnação de candidaturas no Rio. Caso percam a ação, os réus podem ainda recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que tem até 21 de agosto para dar a sentença final.
Além de Cesar Maia, a lista de impugnados pelo Ministério Público Eleitoral também conta com a ex-prefeita de São Gonçalo Aparecida Panisset (PDT), acusada de improbidade, e o deputado estadual Domingos Brazão (PMDB), suspeito de abuso de poder político e econômico. O Ministério pediu ainda a impugnação das candidaturas de 14 postulantes a deputado federal e 20 a deputado estadual.
Ex-jogador Romário lidera disputa por vaga no Senado
O Datafolha divulgou na quinta-feira a primeira pesquisa de intenção de votos para o Senado após a oficialização das candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral.
Foi o primeiro levantamento feito com o nome de Cesar Maia, que desistiu de concorrer ao governo do Estado para se candidatar ao Senado na chapa do governador Luiz Fernando Pezão, que até mês passado era seu adversário político.
A pesquisa mostra Romário na liderança, com 29% da preferência do eleitorado, contra 23% do vereador Cesar Maia.
Eduardo Serra (PCB) vem em terceiro lugar, com 7%. Em quarto lugar aparece Carlos Lupi (PDT), com 4%. Liliam Sá (PROS) e Pedro Rosa (PSOL) estão empatados na quinta posição, com apenas 2%. Sebastião Neves (PRB) e Heitor Fernandes (PSTU) foram citados por 1% dos eleitores.
Ricardo gama afirma. Garotinho e ficha suja.
Sujou Governador...
Doze pré-candidatos a governos estaduais podem ter complicações com a Lei da Ficha Limpa. Segundo levantamento feito pela rádio CBN com base em informações de procuradores eleitorais e da ONG Transparência Brasil, os 12 pré-candidatos ao cargo de governador apresentam condenações na Justiça e podem ter a candidatura questionada. No Rio, três pré-candidatos ao governo foram citados: o deputado federal Anthony Garotinho (PR), o governador Luiz Fernan-do Pezão (PMDB) e o vereador Cesar Maia (DEM). Eles tem condenações em primeira instância, o que poderia levar à contestação, inclusive, do mandato, caso fossem eleitos. Vale lembrar que Garotinho, na área eleitoral, tinha duas condenações em nível de colegiado, mas conseguiu a anulação junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Um dos criadores da legislação, o juiz Marlon Reis observa que, apesar dos anúncios de candidatura, o eleitor não po-de se confundir. “A população precisa acompanhar isso de perto. Há políticos que sabem que são inelegíveis, mas se dizem elegíveis para manter o grupo político com eles”, explica.
Enquanto disputam partidos e fecham alianças, uma batalha silenciosa ocorre nos tribunais. Mais do que um eventual impedimento jurídico para cada candidatura, os processos deverão ser usados para atacar administrações anteriores dos adversários. Pezão foi condenado em julho por supostas fraudes na compra de ambulâncias para Piraí, onde foi prefeito de 1997 a 2004. O Ministério Público Federal (MPF) relaciona o caso à máfia dos sanguessugas. Garotinho recorre no Supremo Tribunal Federal (STF) da condenação por formação de quadrilha. Para o Ministério Público, ele “garantia politicamente” um grupo de policiais que não reprimia o jogo do bicho durante o seu mandato como governador do Rio (1999 a 2002). Garotinho, que dispara contra os rivais e inclui o senador Lindbergh Farias (PT) na lista de políticos com problemas judiciais, diz que todas as ações contra ele fazem parte de “perseguição política”. Inclusive, ele cr edita aos adversários a “encomenda” de sentenças. “Não creio que isso terá impacto negativo, porque quando explico as pessoas, até as mais simples, percebem que foi uma armação política”, disse Garotinho entrevista à Folha de S. Paulo.
Prazo para procurador questionar é curto
O Ministério Público Eleitoral já tem argumento para processar cerca de 30 mil políticos fichas sujas se eles forem candidatos nas eleições deste ano. O prazo para que procuradores questionem as candidaturas é curto, de apenas cinco dias após o registro do candidato. Por isso, dados fornecidos pelos tribunais e entidades de controle são importantes.
O presidente do PMDB-RJ, Jorge Picciani, escolhido como coordenador de campanha de Pezão, classifica como “maldade” a condenação do pré-candidato. E defende a comparação dos casos. “Pezão foi condenado por uma compra de ambulância e facilmente vai provar inocência. É uma questão da burocracia do governo federal. Não teve o sigilo fiscal quebrado, nem condenado por formação de quadrilha”, disse.
Picciani se refere, no primeiro caso, à quebra de sigilo bancário de Lindbergh pelo STF para investigação da Procuradoria-Geral da República sobre supostas fraudes no fundo de pensão de servidores de Nova Iguaçu. O petista diz ter sido vítima de uma fábrica de inquéritos quando governou o município. Eles foram encaminhados ao STF em razão do foro privilegiado: “Dezenove já foram arquivados ou pelo STF ou pela própria PGR. Nada prosperou ou vai prosperar”. No segundo caso ele alfineta Garotinho, qe foi condenado por formação de quadrilha.
http://www.fmanha.com.br/politica/lei-pode-pegar-garotinho-e-pezao
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