terça-feira, 29 de setembro de 2015

IMAGEM FORTE PM BRUNO MORTO NO RIO DE JANEIRO.

A cara do Rio de Janeiro.
Sim, a imagem é forte. Mas a repercussão é pequena. Policial é torturado brutalmente e morto por bandidos, apenas por ser identificado como policial. Se fosse o bandido no chão com certeza teríamos milhares de pessoas nas ruas protestando, gritando e clamando por justiça. Mas o policial no Brasil é o "bandido" porque persegue os coitadinhos que são "vítimas da sociedade". Se o policial reage em uma ocorrência e atira no bandido, na hora vira réu em processo criminal. Os papéis se invertem. Principalmente porque o outro lado não tem compromisso com a verdade.
Quando é questionado sobre seus atos, o policial assume o que fez em cumprimento do dever. Já o bandido coloca as mãos para trás, abaixa a cabeça e chora. Chora e convence em sua melhor atuação que sua vida miserável e sem oportunidades o levou ao ato que não pode conter, e do qual está arrependido. Quando não se tem compromisso com a verdade a atuação é fácil e convence, e assim ele passa a ser o coitadinho. Assim ganha a simpatia dos intelectuais que fazem de conta que sabem mais do que as pessoas comuns. E assim ganham a simpatia das pessoas que não pensam. Essa é a ingênua inversão de valores. Veja novamente a foto do Policial Bruno. Não esqueça. Assim agem os "bandidos coitadinhos" quando estão na rua. E agora cade os direitos humanos, na verdade para mim eles so existem para defender bandidos.

Policial militar é arrastado até a morte em Nova Iguaçu. KD O DIREITO HUMANO AGORA

Policiais buscaram assassinos de militar em operação realizada nas comunidades Dom Bosco e Lagoinha. Sete suspeitos foram detidos e seis menores, apreendidos

MARIA INEZ MAGALHÃES E FLAVIO ARAÚJO
O policial militar Bruno Rodrigues Pereira, da UPP Formiga, foi morto na madrugada desta segunda-feira, em Nova Iguaçu
Foto: Divulgação
Rio - Traficantes da comunidade Dom Bosco, em Nova Iguaçu, assassinaram barbaramente um policial militar na madrugada de segunda-feira. Após reconhecerem o soldado Bruno Rodrigues Pereira, de 30 anos, os criminosos o amarraram e atiraram em suas costas.
A vítima foi arrastada pelas ruas da favela até a morte. Bruno, que tinha ido ao local se encontrar com o irmão, foi o 53º policial morto no Rio este ano. Outros 113 agentes ficaram feridos em ataques ou em confrontos de janeiro a setembro.
Bruno trabalhava na UPP Formiga, na Tijuca, e seu corpo foi deixado próxima a uma escola na Rua Gelo, na comunidade Lagoinha. Agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) fizeram perícia no local e buscam testemunhas e imagens que possam auxiliar nas investigações. O irmão da vítima prestou depoimento ontem.
Segundo policiais, o próprio irmão reconheceu o corpo de Bruno depois que ele foi encontrado. Antes do encontro, ele teria pedido ao militar para não entrar na comunidade por conta da presença de traficantes, mas Bruno teria ido ao seu encontro porque chovia bastante. Segundo testemunhas, os bandidos ainda entregaram a arma, a identidade e a farda da vítima. O carro da vítima não havia sido localizado até a noite de ontem.
À tarde, aproximadamente 50 policiais do 20º BPM (Mesquita) fizeram uma operação nas comunidades Dom Bosco e Lagoinha para procurar os assassinos do soldado. Sete suspeitos foram detidos e seis menores, apreendidos, além de quatro pistolas. Com um dos jovens os policiais encontraram trouxinhas de maconha, pinos de cocaína e um rádio transmissor. A ocorrência foi encaminhada para a 56ª DP (Comendador Soares).
O soldado Bruno era casado e estava na corporação desde dezembro de 2012. O corpo dele será enterrado hoje no Cemitério de Irajá, mas o horário ainda não estava definido pela família ontem à noite. Parentes do militar evitaram falar sobre o crime.
Medo da violência é rotina para a maioria dos policiais no país
O assassinato de Bruno revela a triste realidade em que vivem os agentes de segurança no país. Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, feita em julho, quantificou o tamanho do medo que persegue policiais brasileiros. Dos 10.323 ouvidos, 44,5% deles eram PMs. Destes, 73% tiveram algum colega assassinado em serviço e 77,5% relataram a perda de um colega, morto durante a folga.
PMs isolaram o local para a perícia no corpo e depois fizeram operação para prender criminosos
Foto: Ivan Teixeira / Jornal de Hoje
“A sociedade não tem o grau de generosidade e solidariedade com o policial que deveria ter, como se ele não fosse também vítima da violência. Isso é muito grave, pois mortes como a deste rapaz aumentam o ódio da polícia pelos criminosos e o ódio da própria sociedade, que fica chocada. Não podemos permitir que a resposta produza uma caçada e aumente a violência”, avaliou a socióloga Silvia Ramos, do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Candido Mendes.
Em todo o grupo de entrevistados — incluindo policiais civis, federais, rodoviários federais, bombeiros e guardas municipais —, 44,3% escondem a farda ou distintivo no trajeto de casa para o trabalho. O medo de ser assassinado é constante para 67% dos agentes.
“Os policiais são reconhecidos no Brasil pelas violações de direitos. Mas eles também são vítimas de violações dos seus próprios direitos, o que muitas vezes não é percebido”, afirmou Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, evento onde os dados da pesquisa foram divulgados.
KD O DIREITO HUMANO AGORA/

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Hoje deu início ao impeachment da Dilma!



A Câmara dos Deputados deu início hoje, o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. O deputado Mendonça Filho, DEM/PE, intempestivamente, no final da votação da Medida Provisória que aumenta o comprometimento dos empréstimos consignados de 30% para 35%, apresentou como questão de ordem a iniciativa que abre o caminho para o processo de impeachment da Presidente Dilma. 

A iniciativa pegou a liderança do PT, de calças curtas. Ocuparam a tribuna as principais lideranças do PT e do PC do B, acusando a iniciativa do deputado Mendonça Filho de "golpe". O PT apresentou o velho discurso de "golpe contra a democracia", o fato de pedir o impeachment antes do final do mandato da Dilma, que está previsto para 31 de dezembro de 2018. Os deputados do PT, baseiam a "legitimidade" do mandato, a conquistado do poder pelo voto popular.

 A oposição composto sobretudo pelo PSDB, DEM, PPS, SD e PP apresentaram argumentação da legitimidade do pedido de impeachment baseado no "crime de responsabilidade" que teria cometido pela presidente Dilma. Segundo a oposição está previsto a possibilidade de impeachment na própria Constituição. Reagiu a oposição sobre o "golpe" argumentado que o pedido de impeachment já tinha sido formulado pelo próprio PT contra o presidente Fernando Henrique no segundo mandato. Lembraram também a oposição o pedido de impeachment contra presidente Collor, apoiado pelo próprio PT.

O presidente da Câmara dos Deputados, anunciou que encaminhará o pedido de questão de ordem do deputado Mendonça Filho à Comissão de Constituição de Justiça, para analisar a legalidade do pedido. Deu para perceber que isto tudo aconteceu no final da votação da Medida Provisória sobre o aumento de comprometimento dos empréstimos consignados, numa clara "jogada ensaiada" (previamente combinada) entre os partidos da oposição e o próprio Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados. 

A partir de amanhã, começa o longo e penoso processo de impeachment da presidente Dilma, oficialmente, iniciativa que parte da Câmara dos Deputados. A votação final do pedido de impeachment deverá ser colocado em apreciação nas duas casas do Congresso Nacional, sendo necessário voto de maioria absoluta dos parlamentares, em votação aberta. O processo é longo e penoso. Demandará no mínimo 60 dias até a votação no plenário do Congresso Nacional.

Diante do início efetivo do pedido de impeachment da presidente Dilma, creio muito pouco provável a aprovação do PEC da CPMF.  Sendo assim, o Orçamento Fiscal de 2016, vai embolar no meio do campo. Em consequência a apreciação do Orçamento Fiscal de 2016 deverá avançar para o próximo ano. Nestas circunstâncias, fica difícil reverter a classificação de risco Brasil pela Agência Standard Poor's e impedir que as outras agências, também, reclassifiquem o risco Brasil para o "grau de especulação".

Vamos marcar, dia 15 de setembro de 2015, deu início ao pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, formalmente.

DILMA BRINCOU COM FOGO E AGORA VAI TER QUE AGUENTAR O TRANCO.

DF - DILMA ROUSSEFF/EMBARQUE  - POLÕTICA - A presidente Dilma Rousseff caminha para embarcar no helicÛptero reserva da FAB, no Pal·cio da   Alvorada, em BrasÌlia, nesta sexta-feira. Dilma viaja para Paulistana, no interior do estado do PiauÌ,   para visitar as obras da Ferrovia Transnordestina. O trecho da obra compreendido entre os municÌpios   de Eliseu Martins (PI) e Trindade (PE), e que passa por Paulistana, possui 423 quilÙmetros de   extens„o.   20/08/2015 - Foto: DIDA SAMPAIO/ESTAD√O CONTE⁄DODF - DILMA ROUSSEFF/EMBARQUE - POLÕTICA - A presidente Dilma Rousseff caminha para embarcar no helicÛptero reserva da FAB, no Pal·cio da Alvorada, em BrasÌlia, nesta sexta-feira. Dilma viaja para Paulistana, no interior do estado do PiauÌ, para visitar as obras da Ferrovia Transnordestina. O trecho da obra compreendido entre os municÌpios de Eliseu Martins (PI) e Trindade (PE), e que passa por Paulistana, possui 423 quilÙmetros de extens„o. 20/08/2015 - Foto: DIDA SAMPAIO/ESTAD√O CONTE⁄DO
Quem interpreta sinais do poder, em Brasília, viu significado na escolha de um pequeno helicóptero para levar Dilma do Alvorada à Base Aérea, ontem (11), de onde ela voaria para o Nordeste. Em lugar de possantes e confortáveis VH-36 Caracal, comprados à França para transportar a presidente, a FAB fez o traslado num modesto Esquilo, o “kinder ovo”. Isso ocorre dias depois da retirada de poder de comandantes militares. Mesmo restabelecidas as prerrogativas deles, o mal-estar permanece.
No embarque, não havia autoridades, assessores, só militares da FAB. Até a unidade dos Bombeiros só apareceu após o “kinder ovo” decolar. Com histórico de ação política, de Getúlio a JK, a FAB aprecia se impor a autoridades. Fez isso ao ex-presidente Fernando Collor, em 1992. Collor revelou que sua “ficha caiu” quando, já afastado, o piloto da FAB negou a ele um curto sobrevôo de despedida no lago Paranoá. (Diário do Poder/Claudio Humberto)
dilma helicptero
VEM CHUMBO GROSSO AI, A COBRA VAI FUMAR. GOSTOU COMPARTILHE ESSE BLOG.

sábado, 12 de setembro de 2015

GOVERNO DO PT ACABOU… DECRETA GENERAL MILITAR.

G

Gilberto Pimentel
A nota publicada na página do Clube Militar, assinada por seu Presidente, General Roberto Rordrigues Pimentel  é de uma dureza sem precedentes. Beira o rompimento!  Afirma, de forma objetiva que O GOVERNO ACABOU! Que nao tem mais credibilidade e que os responsáveis pelo caos devem ser afastados do poder. Exorta, porém que a saída tem que se dar, necessariamente, pelas vias institucionais.
Eis a nota que o Cristalvox republica
O Brasil está sem comando, acho que isso já ficou claro para todos os brasileiros com um mínimo de discernimento. E sem comandante, como bem sabemos, não há perspectivas de nos livrarmos da tragédia a que o lulopetismo levou o País. Essa é a realidade nua e crua. O governo acabou. Não tem mais credibilidade. Precisam ser afastados os responsáveis para que possam ser adotadas as medidas, certamente dolorosas, que se fazem necessárias e impedir que o Brasil naufrague de vez. Os integrantes dos demais poderes da República precisam compreender isso e buscar uma solução antes que seja tarde demais.
A saída tem que se dar, necessariamente, pelas vias institucionais. Aplicando a legislação vigente. O que nos causa espanto é que, apesar dessa catastrófica situação, os ocupantes do governo ainda conseguem controlar boa parte das instâncias superiores dos poderes.
É um absurdo assistirmos renomadas personalidades – políticos e juristas sobretudo – declararem que não existem motivos ou elementos que justifiquem a instauração de um processo de impeachment. Como se toda a população brasileira fosse constituída de iletrados e imbecis para aceitarem tamanho disparate.
A situação é delicada porque a corrupção atingiu toda a cúpula dos poderes da República e fica um jogo de empurra e conchavos, uns buscando encobrir as responsabilidades de outros, numa tentativa desesperada de se salvarem todos de uma cassação e condenação criminal.
Sequer se vislumbra um movimento de pessoas decentes, com peso e capacidade política para liderarem um movimento de expurgo desses agentes nocivos à  administração pública.
O que existe são movimentos incipientes criados pelas redes sociais, que apesar de já terem obtido significativos resultados com danos para a imagem do governo, pouco  conseguiu com relação ao seu impedimento.
O aspecto menos ruim, ainda assim perverso, disso tudo é que quanto mais a economia se deteriora, mais se acentua a rejeição ao petismo e a esses partidos de esquerda que anarquizaram o país. Mas é notório que o povo brasileiro tem memória curta. E a pergunta que não quer calar é: será que esse caos terá ensinado o suficiente aos eleitores brasileiros?
Gilberto Rodrigues Pimentel é Presidente do Clube Militar.
04 de setembro de 2015

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

BRASÍLIA FERVE! CRISE MILITAR.


comandantes...
Os assuntos que envolvem as Forças Armadas no Brasil ou são tratados de forma superficial ou com desdem. A desculpa sempre é a mesma: MILITARES NUNCA MAIS!
Nunca mais uma OVA… Desde fevereiro de 1964,  o ambiente político não apresentava condições tão visíveis para a nação de que o governo “apodreceu”. Ministros acusados formalmente de participar de escândalos de corrupção, de apropriação de bens públicos e da prática de crimes de bandidos “chinelões”. Os Presidentes do Senado da República e da Câmara dos Deputados legislando sob o “manto da desconfiança” e Senadores e Deputados se esquivando do fogo cruzado disparado pela operação Lava Jato.
Ontem, terça, 08 de setembro, quando os termos do Decreto 8.515 passaram a ser de  “domínio público”, não mais  foi possível esconder seu “violento conteúdo” . Avança sem dó nem piedade no núcleo do artigo 84 da Constituição e “esfarela” todo o poder republicano estatuído no artigo 142 da Carta Constitucional Brasileira. Desde então, o Brasil passou a discutir quem, de fato, está a comandar as Forças Armadas.
Jamais, em momento nenhum da República se imaginaria que homens formados na Escola Naval – Almirante de Esquadra Eduardo Bacelar Leal Ferreira – em Agulhas Negras – General de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Boas e na Academia da Força Aérea – Tenente Brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato fossem  obrigados a prestar continência para uma líder do MST – Movimento dos Sem Terra – no caso, a Secretária Executiva do Ministério da Defesa, a enfermeira Eva Maria Cella Dal Chiavon, por sinal, mulher de ‘CHICÃO”, o lugar- tenente de José Pedro Stédeli.
Ontem mesmo os Comandantes Militares se encontraram em Brasilia, diante da possibilidade de um alerta 5.  Para a reunião emergencial, nada mais óbvio que convidassem para participar o Ministro da Defesa, Jaques Wagner que prometeu comparecer.  Compareceu nada. Deu “bolo” nos Chefes Militares alegando ter sido chamado com urgência pela Presidente da República. Isso é coisa de bombeiro fugindo do incêndio. Ou porque não tem água, ou porque não é do ramo e ficou com medo de se queimar.
A Presidente Dilma não necessitava enfrentar mais uma hecatombe dessa envergadura. Seus assessores diretos colocaram sobre a sua mesa de trabalho uma lamparina que vai “queimar” enquanto for inquilina do Palácio do Planalto. Todo o dia, quando sentar na sua cadeira,  vai se deparar “com o fogo incandesceste” que a CUMPANHERA EVA  “pariu”!